Si-Mesmo
Depois do crime, a fuga A triste história tinha acabado de se revelar completamente quando saiu correndo e correndo e correndo, correndo às cegas, correndo em fuga. Era como se não pudesse enxergar. Não por cegueira, mas por raiva de olhar pra trás, medo de olhar pra frente e vergonha de olhar pra dentro de si-mesmo. Logo ele, que sempre se orgulhou de sua forma de ver os fatos. Logo ele, tão improvável. Maldita alucinação! Correndo, correndo desesperadamente! Tinha acabado de matar a mulher que amava, que tanto amava! Logo ele? Ele! Correndo, confuso, correndo e correndo e correndo, logo ele! Loucura. Ninguém imaginaria que seria capaz de tal crime condenável. Nem ele mesmo. Tudo confuso. Infelizmente, porém, o fato é que estava consumado: ela morta, quem diria, e ele logo interceptado pelo grupo de policiais que o seguiam. Foi o fim? Depois da fuga, o amor - Alô? Amor? Oi! Tudo bem, e com você? Que bom! Pois é, parece que hoje vai ser um dia bem difícil. É, julgame...
Hum... se for pensar na vida real, quando você tá doente, e tem que fazer uma cirurgia ou sei lá quê e mais aqueles remedinhos que dão efeitos colaterais depois... de qualquer maneira, continua sendo bem melhor do que continuar doente, né? :) E qd o caso é felicidade então, e não doença, ish! nem se fala! Melhor dizer isso pro Charlie Brown!
ResponderExcluirBeijo!
Muito bom ^^
ResponderExcluirOs efeitos colaterais nao devem ser nd perto do efeito principal ^^!
ResponderExcluirOlá, adorei conhecer seu blog, o meu é de Cultura e Arte no Recôncavo baiano, em São Félix e Cachoeira.
ResponderExcluirVenha conhecer o meu Blog e fique amigo.
Leto
Olá, adorei conhecer seu blog, o meu é de Cultura e Arte no Recôncavo baiano, em São Félix e Cachoeira.
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Leto